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sexta-feira, 12 de setembro de 2014

Livro: O Código Da Vinci



Sinopse

Um assassino dentro do museu do Louvre, em Paris, traz à tona uma sinistra conspiração para revelar um segredo que foi protegido por uma sociedade secreta desde os tempos de Jesus Cristo. A vítima é o respeitado curador do museu, Jacques Saunière, um dos líderes dessa antiga fraternidade, o Priorado de Sião, que já teve como membros Leonardo Da Vinci, Victor Hugo e Isaac Newton.
Momentos antes de morrer, Saunière consegue deixar uma mensagem cifrada na cena do crime que apenas sua neta, a criptógrafa francesa Sophie Neveu, e Roberto Langdon, um famoso professor de simbologia de Harvard, podem desvendar.
Os dois transformaram-se em suspeitos e em detetives enquanto percorrem as ruas de Paris e de Londres tentando decifrar um intrincado quebra-cabeça que pode lhes revelar um segredo milenar que envolve a Igreja Católica.
Apenas alguns passos à frente das autoridades e do perigoso assassino, Sophie e Robert vão à procura de pistas ocultas nas obras de Da Vinci e se debruçam sobre alguns dos maiores mistérios da cultura ocidental - da natureza do sorriso da Mona Lisa ao significado do Santo Graal.

Essa é a "continuação" de Anjos e Demônios, apesar de os livros não seguirem a mesma história, mantendo somente a personagem principal: Robert Langdon. Quem assistiu o filme sabe que a história é muito boa, apesar de que, como qualquer pessoa que gosta de ler diz, "O filme nunca é igual ao livro". 
É obvio que o livro é melhor por ter muito mais detalhes do que o filme mostra, e vamos combinar que Dan Brown coloca bastante detalhes. O autor explica minuciosamente como é cada ambiente em que as personagens do livro se encontram. Eis um exemplo de como ele descreve os lugares:
"[...] O edifício consistia em um retângulo sem janelas que parecia totalmente forjado em aço fosco. Lembrando um imenso tijolo de metal, era recuado, com uma cruz de braços iguais de uns quatro metros de altura brilhando acima da fachada. [...] O saguão de entrada do Banco de Custódia de Zurique exibia uma decoração imponente como Langdon jamais vira. A maioria dos bancos contentava-se com o mármore e o granito polido de costume, mas esse havia escolhido metal e rebites em todas as paredes. [...] O metal cinzento estava em toda parte - piso, paredes, balcões, portas, até mesmo as cadeiras pareciam feitas de ferro fundido."
Outra coisa que todos sabem é que, se alguém que é muito fanático por religião (qualquer religião e que, acima de tudo, tenha mente fechada) não vai gostar da história. O livro contradiz muita coisa, muita coisa mesmo, do que a bíblia diz. Não posso falar do que se trata porque não seria legal, seria spoiler. Antes de começar o livro, logo após os agradecimentos do autor, tem uma página com o título Fatos, onde o autor diz que todas as descrições de obras de arte, arquitetura, documentos e rituais secretos correspondem rigorosamente à realidade. A questão é, acreditar ou não, fica por conta do leitor.
Outra coisa importante neste livro, que o difere do primeiro, é que desde o início você sabe quem é o assassino, pois Dan Brown divide as páginas que envolve Langdon com o assassino. No final, há uma surpresa (que quem já assistiu ao filme sabe) e que é bem interessante, em que antes dela ser revelada, durante a leitura você consegue deduzir o que vai acontecer no final.
Bom, é isso ai. Fica a dica de um ótimo livro para leitura. Quem tiver interesse em ler, você acha ele muito fácil em muitas livrarias do país. Na imagem abaixo, por curiosidade, tem a capa brasileira e a capa original, que não tem muita diferença.




Informações sobre o Livro

Nome Original: The Da Vinci Code
Nome no Brasil: O Código Da Vinci
Autor: Dan Brown
Editora: Arqueiro
Nº de páginas: 423

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